domingo, 18 de maio de 2014

Pré planos



Em primeiro lugar vem a comunidade, humanos humanos e humanos animais.
Eu quis estar mais perto daquilo que chamo real, e eis-me aqui na realidade crua e nua, que é assim:
Infra estrutura precária, pessoas pobres, pessoas sofrendo, humanos animais, eu sofrendo também. O trânsito é ruim e o cansaço sobrevém.  Aqui a humanidade em muitos aspectos está desumana, o clichê traduz meu pensar.

Depois vem meus sonhos, as coisas que quero estudar, pessoas que quero alcançar, de maneira profunda, corações, almas, mentes. 

Mas como sair da situação agravante e precária sem esquecer dos meus amigos humanos?

Como viver dignamente com qualidade de vida, mas ainda conectada à realidade do Brasil?

Como começar sozinha?
Como empreender meus sonhos?


terça-feira, 25 de março de 2014

Revirando o velho baú


Revirando o velho, (nem tão velho assim) baú de minhas publicações, no porão do meu coração,  achei estes escritos, e de repente, sem falsas modéstias, eu me amei.

shh.

Hoje eu me amei mais do que a paixão mais absurda e duradoura que tive.
Gostei mais de mim do que dele.
Era esse mesmo meu objetivo, era necessário que eu fosse salva desta maldição.

E meditando sobre a beleza, aquela coisa estilo Afrodite, eu vejo a ilusão das coisas, a ilusão é dada pelo desequilíbrio da verdade, uma verdade que se exalta e se perde, e torna-se  infeliz.

A beleza está em ser quem se é, em viver o momento presente, em ter compaixão.
Isto é, do meu ponto de vista, já que toda realidade é apenas uma relação no aqui e agora entre eu e o que estiver presente, fora ou dentro de mim.

Enfim, amar-se é um ganho que podemos ter com o passar do tempo. Toda mulher saudável chega um dia a este entendimento. Eu me amo, e sou o que soul.