terça-feira, 25 de março de 2014
Revirando o velho baú
Revirando o velho, (nem tão velho assim) baú de minhas publicações, no porão do meu coração, achei estes escritos, e de repente, sem falsas modéstias, eu me amei.
shh.
Hoje eu me amei mais do que a paixão mais absurda e duradoura que tive.
Gostei mais de mim do que dele.
Era esse mesmo meu objetivo, era necessário que eu fosse salva desta maldição.
E meditando sobre a beleza, aquela coisa estilo Afrodite, eu vejo a ilusão das coisas, a ilusão é dada pelo desequilíbrio da verdade, uma verdade que se exalta e se perde, e torna-se infeliz.
A beleza está em ser quem se é, em viver o momento presente, em ter compaixão.
Isto é, do meu ponto de vista, já que toda realidade é apenas uma relação no aqui e agora entre eu e o que estiver presente, fora ou dentro de mim.
Enfim, amar-se é um ganho que podemos ter com o passar do tempo. Toda mulher saudável chega um dia a este entendimento. Eu me amo, e sou o que soul.
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