quarta-feira, 29 de junho de 2016



CURSO DE CAPACITAÇÃO MINISTERIAL
PANORAMA DA HISTÓRIA DA IGREJA
ALUNA: LÍGIA CLARINE ADÃO

QUAL A IMORTÂNCIA DA HISTÓRIA DA IGREJA PARA A MINHA FORMAÇÃO TEOLÓGICA?

  • O que mais marcou minha formação nesta disciplina foi desenvolvimento do ecumenismo, da igreja viva, de uma visão mais libertadora do cristianismo.
  • A reflexão de que a história é viva e explica o nosso momento presente, a partir do conhecimento da história podemos entender problemas atuais e buscar agir de maneira diferente.
  • A expressão “igreja viva” também me marca, ao longo do nosso percurso reforça-se a dimensão humana e política da religião, com isto a busca do homem por poder e consequentemente a perda do calor e da manifestação do Espirito Santo de Deus, pois na raiz do pecado encontra-se o desejo de poder do homem e o distanciamento da fé enquanto seres dependentes de Deus.
  • A responsabilidade enquanto igreja viva de seguir as palavras de Jesus, de pregar o Reino de Deus, falar das consequências do pecado, denunciar o consumismo e o capitalismo do nosso tempo, as misérias da nossa sociedade, e exortar a santidade, isto tem me movido atualmente, como fruto das aulas de teologia e creio serem estas as resposta das perguntas:  “Quem somos?” e “Qual a nossa importância no nosso tempo?”
  • A história da igreja me ensina que moldamos nosso conhecimento de Deus, e nosso relacionamento com a cultura do tempo em que vivemos, sendo assim a mesma bíblia reverbera de maneira diferente na mente de um norte americano, de um asiático, e de um brasileiro, e os líderes religiosos tendem para adaptações conforme a demanda cultural do local e período em que se vive. É necessário buscar sempre a vida, o Cristo que vive, e anunciá-lo para que continuamente protestemos contra a morte espiritual, e estejamos propícios à manifestação do poder de Deus e de seu Reino.
  • Ainda em meu caderno há a pergunta radical: “a vida vale a pena de ser vivida?”  Na presença do amor de Deus, a vida vale a pena, ainda que esteja em frangalhos, ainda que a figueira não floresça, surge a força de orar por outros, e o evangelho vai me ensinando que a vida só vale se estivermos a serviço de Deus e servindo os homens, se morrermos para nós mesmos. Para mim o cotidiano se dá em uma batalha contra meu egoísmo e vaidade, para que eu também não venha a morrer depois de ter comido do pão vivo, e  saciado minha sede em sua água porque sei que se eu deixar de servir, e parar de pensar e de analisar cotidianamente minha conduta na terra, com uma crítica a luz do evangelho, se eu não vigiar deste modo, e não orar ,serei levada pelo que se opõe a Deus, serei inimiga de Deus, e isto não quero, portanto todos os dias trabalho para viver em Seu Espírito.












Nenhum comentário:

Postar um comentário